Mas, ao entrar, não acharam o corpo do Senhor Jesus… Por que buscais entre os mortos ao que vive? Ele não está aqui, mas ressuscitou. (Lucas 24:3, 5-6).

 

1. As pirâmides do Egito, túmulos em honra aos grandes faraós.

2. O jardim suspenso da Babilônia, edificado por Nabucodonosor em honra a sua esposa.

3. A estátua em Olímpo em honra a Zeus, o deus supremo da mitologia grega.

4. A estátua efésia em honra a Diana, a deusa da fertilidade da mitologia grega.

5. O túmulo em honra ao rei Mausolo, de cujo nome vem a palavra mausoléu.

6. O Colosso de Rodes, uma gigantesca estátua de bronze a Apolo, o deus grego do sol.

7. O Farol de Alexandria, na baía dessa cidade, edificado em homenagem a Ptolomeu II.

Você sabia que pouquíssimas pessoas são capazes de dizer quais são as “sete maravilhas”, e quase ninguém pode identificar aqueles em honra de quem elas foram edificadas? O mesmo não acontece com as duas maravilhas do cristianismo: a cruz e o túmulo. Enquanto a cruz foi feita para matar o Filho de Deus, está para sempre em primeiro lugar na mente de todo o crente como o lugar onde o Senhor pagou pelos nossos pecados com Seu próprio sangue conquistando para nós o eterno perdão de uma vez por todas. Enquanto o túmulo foi construído para conter um corpo, inanimado, ele é sempre recordado por aqueles que têm a vida eterna em Cristo como o lugar onde Ele consumou a vitória sobre o pecado e a morte.

O mundo presta mais atenção às sete maravilhas do que àqueles a quem elas destinavam honra; não é assim, contudo, com as maravilhas do cristianismo. A cruz e o túmulo são meramente lembranças do Salvador, que as usou para conquistar-nos uma vitória eterna. Para o crente, a importância nunca é colocada nas maravilhas, mas sempre e somente em nosso maravilhoso Salvador, do qual se pode dizer que: “Ele não está aqui, mas ressuscitou”.